Quem Somos

A Luz de Cristo é uma empresa jovem, porém já com uma experiência de quase 10 anos de mercado. Jovem, pois procuramos sempre nos atualizar com cursos de gestão e inovação constante.
Iniciamos nosso negócio com alguns círios no primeiro ano e pouco capital inicial, porém a Luz de Cristo se firmou no mercado pela nossa persistência e coragem. Somos casados e sócios, Angela e Damalto Cambraia e desde o início tivemos fé e perseverança para montar um negócio, que hoje dá empregos a outras famílias.
Com isso crescemos a cada ano e nos tornamos referência no mercado de Círios e velas.
Somos a família Luz de Cristo!

Nossa busca constante:

Confiança:

Nós nos esforçamos constantemente para termos uma relação de confiança com nosso cliente. Sabemos que lidamos com pessoas e para isso as olhamos com respeito. Nosso trabalho é pautado na importância que cada cliente deve ter da empresa, no cumprimento do que prometemos e nas correções imediatas que sejam necessárias. A confiança do cliente é nosso maior patrimônio.

Compromisso com a Evangelização:
Só quem acredita no que faz, faz bem feito. Nós nos comprometemos com a Evangelização no nosso dia a dia, tanto na seleção de nossos colaboradores bem como na elaboração dos produtos que oferecemos.
Sempre que um novo produto vai ser lançado buscamos saber se é liturgicamente correto, isso promove maior veracidade e para que possamos oferecer o que realmente nosso cliente deseja.
O nosso desejo é ser um apoio para a evangelização nas paróquias!

Preço justo:
A questão do preço é muito importante, pois é a noção do valor que damos para determinada necessidade que temos. Procuramos sempre oferecer o melhor com o custo ajustado ao nosso mercado, ele deve manter nossa empresa em funcionamento, respeitando as leis trabalhistas, impostos e toda estrutura da empresa, para que todos ganhem com isso: Clientes, colaboradores e empresa.

1. Missão:

Nossa missão é evangelizar por meio de nosso trabalho.
Respeitar e nos interessar verdadeiramente por nossos clientes.
Manter um bom relacionamento com fornecedores, parceiros e concorrentes.
Valorizar os colaboradores e funcionários, promovendo a harmonia e o bem estar.
Cumprir prazos e compromissos fixados com clientes, parceiros e fornecedores.
Acreditar em nós mesmos, no próximo e principalmente em Deus.

História da Vela

A vela ou candeia é uma fonte de luz que consiste tipicamente num pavio inserido num combustível sólido, tipicamente cera. A função do pavio é ser queimado no intuito de produzir fogo, e este, por sua vez, iluminar o ambiente. Além da cera, existem outros combustíveis que podem ser utilizados, como o azeite e outros óleos vegetais.
A vela é uma fonte de luz utilizada desde tempos remotos, quer na sua forma simples ou acopladas em lanternas, utilizadas muito antes da descoberta da lâmpada e outros sistemas de iluminação elétricos.

Durante a preparação da vela, previamente à ignição, o pavio é saturado com o combustível na forma sólida. O calor do fósforo ou outra fonte de fogo irá derreter e vaporizar uma pequena porção de combustível que, no estado gasoso irá combinar-se com o oxigénio da atmosfera para formar a chama. A chama irá então providenciar calor suficiente para manter a vela acesa, numa típica reacção em cadeia auto-sustentável: o calor da chama derrete a superfície do combustível sólido, liquefazendo-o e fazendo-o deslocar-se em direcção ao pavio e subi-lo, por capilaridade; o líquido passará, com o calor, para o estado gasoso, que irá ser consumido pela chama.
O combustível é queimado em várias e distintas regiões (como evidenciado pelas diferentes cores produzias pela chama da vela). No interior das regiões mais quentes, azuladas, o hidrogênio está a ser separado do combustível e queimado, formando vapor de água. A zona mais clara da chama, amarelada, é explicado pela oxidação do carbono residual, produzindo dióxido de carbono.

À medida que o combustível sólido é derretido e consumido, a vela vai diminuindo de tamanho. As porções do pavio que não estão a provocar a evaporação do líquido combustível são consumidas pela chama, limitando o comprimento do pavio exposto.

Cores Liturgicas

Foto das velas coloridas

A vela pode acompanhar as cores utilizadas para cada tempo litúrgico. As cores mais usadas são o amarelo e o branco. No tempo do advento as velas se tornam de extrema importância, pois ficam em evidencia nos altares.

O altar, o tabernáculo, o ambão, a estola e a casula usadas pelo sacerdote combinam todos com uma mesma cor, que varia ao longo do ano litúrgico. Na verdade, a cor usada num certo dia é válida para a Igreja em todo o mundo, que obedece a um mesmo calendário litúrgico. Conforme a missa do dia, indicada pelo calendário litúrgico, fica estabelecida uma determinada cor (a excepção vai para as igrejas que celebram naquele determinado dia o seu santo padroeiro).

Desta forma, concluiu-se que as diferentes cores possuem algum significado para a Igreja: elas visam manifestar externamente o caráter dos Mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do Ano Litúrgico. Manifesta também a unidade da Igreja. No início havia uma certa preferência pelo branco. Não existiam ainda as chamadas cores litúrgicas. Estas só foram fixadas em Roma no século XII. Em pouco tempo, devido ao seu alto valor teológico e explicativo, os cristãos do mundo inteiro aderiram a esse costume, que tomou assim, caráter universal. As cores litúrgicas são seis:

Branco
– Usado na Páscoa, no Natal, nas Festas do Senhor, nas Festas da Virgem Maria e dos Santos, excepto dos mártires. Simboliza alegria, ressurreição, vitória e pureza. Sempre é usado em missas festivas.

Vermelho
– Lembra o fogo do Espírito Santo. Por isso é a cor de Pentecostes. Lembra também o sangue. É a cor dos mártires e da sexta-feira da Paixão e do Domingo de Ramos. Usado nas missas de Crisma, celebradas normalmente no dia dos Pentecostes, e de mártires.

Verde
– Usa-se nos domingos normais e dias da semana do Tempo Comum. Está ligado ao crescimento, à esperança.

Roxo
– Usado no Advento. Na Quaresma também se usa, a par de uma variante, o violeta. É símbolo da penitência, da serenidade e de preparação, por lembrar a noite. Também pode ser usado nas missas dos Fiéis Defuntos e na celebração da penitência.

Rosa
– O rosa pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e 4º domingo da Quaresma (Laetare). Simboliza uma breve pausa, um certo alívio no rigor da penitência da Quaresma e na preparação do Advento.

Fonte: Wikipedia

Eventos

JMJ RIO 2013

EXPOCATOLICA 2011

EXPOCATOLICA 2012

Círio Pascal

O CírioPascal é o símbolo mais importante do Tempo Pascal. A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera. O produto das abelhas, hoje também usada a parafina. O círio é aceso na vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou suporte enfeitado. É a própria Luz de Cristo para toda igreja.

O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília. Em meio à escuridão (toda a celebração é feita de noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada se acende o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, pode conter o cordeiro, apenas a cruz ou outros símbolos cristãos que remetam a Páscoa,  acompanhada da data do ano e das letras Alfa e Omega, a primeira e a última do alfabeto grego, para indicar que a Páscoa do Senhor Jesus, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos. O Círio Pascal tem em sua cera incrustado cinco cravos simbolizando as cinco chagas do Senhor da Cruz.

Na procissão de entrada da Vigília se canta por três vezes a aclamação ao Cristo: “Eis a Luz de Cristo. Demos graças a Deus”, enquanto progressivamente vão se acendendo as velas dos presentes e as luzes da Igreja. Depois o círio é colocado em lugar de destaque no altar, e se proclama em torno à ele, depois de incensá-lo, a solene Pregação Pascal.

Além do simbolismo da luz, o Círio Pascal tem também o da oferenda, como cera que se consome em honra a Deus, espalhando sua Luz.

O Círio Pascal ficará aceso em todas as celebrações durante as sete semanas do tempo pascal, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o tempo Pascal, convém que o Círio seja dignamente conservado no batistério. O Círio Pascal também é usado durante os batismos e as exéquias, quer dizer no princípio e o término da vida temporal, para simbolizar que um cristão participa da luz de Cristo ao longo de todo seu caminho terreno, como garantia de sua incorporação definitiva à Luz da vida eterna.

Eis a Luz de Cristo –  Demos graças a Deus!

Catálogo 2017

Lançamentos

Depoimentos

  • Parabéns por estes dez anos de conquistas!!! Que Cristo continue iluminando vossos caminhos... O site ficou muito legal. Abraços.... Darlan Dornelas

    Darlan Dornelas
  • A honestidade, união, perseverança, sobretudo a humildade do casal Ângela e Damalto foram fatores preponderantes para o sucesso merecido desta empresa que fundaram e que tive oportunidade de acompanhar desde sua fundação. Que a LUZ DE CRISTO os ilumine sempre. Abraço fraterno, Edmar

    Edmar B. Manoel
  • Lindo, Lindo Círio chegou hoje! Acredito ser o maior orgulho da Empresa Luz de Cristo em ter seus círios fabricados iluminando as Missas na Páscoa da Ressurreição de Jesus. Encomenda pelos Correios entregues em perfeito estado tudo nos conformes. A Comunidade da Capela São José do Bairro São José – Santa Maria RS agradece a todos por todo trabalho e dedicação na Empresa Luz de Cristo.

    Joice Rossato Teixeira

Envie seu Depoimento

Contato

Endereço

Rua Jurunas, 418, Jd. São Francisco II – Santa Bárbara D’Oeste – SP – Cep 13457 -038

Telefone

(19) 3025-0210 | (19) 3025- 1093 |
(11) 3436-3772
(19) 98146-0012
(19) 98120-0068 – Angela Cambraia
(19) 98120-0038 – Damalto Cambraia

E-mail

vendas@luzdecristo.com.br

Envie um e-mail